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Jeans Saruel

novembro 17, 2009

O gancho da saruel é o que mais a diferencia de uma calça convencional

Originária da região norte africana, especialmente do Marrocos, a saruel é uma derivação das calças johdpur e dhoti – modelos com amplo volume entre as pernas, muito utilizadas pelos povos da África e do Oriente Médio. Acredita-se também que a calça marroquina era um traje religioso, utilizado desde a Idade Média, pois essa região era extremamente devota. Nos países de origem, elas eram feitas de algodão ou seda, em cores neutras como bege e branca.

Como usar uma calça saruel

História do jeans

Apelidada em inglês de drop-crotch, a saruel voltou com força às passarelas no ano de 2006 em alguns desfiles, como Marc Jacobs, Givenchy e Vivienne Westwood. Em 2009 ela continua em alta e ganhou diversas variações. Hoje encontramos a saruel com vários comprimentos de gancho, tecidos, estampas e fechamento, como zíper, botões e elástico.

Por Rosanna Ramos
Fonte: Wikipedia, UOL Moda

O Poder do Pretinho Básico

novembro 14, 2009

Há quem o considere o melhor amigo da mulher. Um vestido preto é sinônimo de elegância, sofisticação, poder e sensualidade. Um verdadeiro curinga no guarda-roupa feminino, pois combina com praticamente tudo e com qualquer ocasião. Oitenta e três anos depois de seu surgimento, este clássico da moda mundial ainda surpreende por sua versatilidade.

O primeiro pretinho básico foi criado por Gabriele Chanel, em 1926, e deve seu croqui publicado pela Vogue. O editor da revista ousou escrever uma espécie de profecia: “Vai se tornar o uniforme de toda mulher de bom gosto”. Começava, então, a revolução no mundo da moda.

Até os anos 20, a cor preta era restritamente usada por senhoras no período luto. Foi na década seguinte, que o look passou a ser usado com mais frequência. O início dos anos 30, foi marcado com a grande depressão mundial, gerada pelo crash da bolsa de valores de Nova Iorque, já o seu final com a 2ª Grande Guerra. Foi neste contexto, que as mulheres começaram a sair de casa para trabalhar. As roupas para o dia tornaram-se mais sérias, e o vestido preto se tornou um poderoso aliado para a nova mulher que surgia.

Em 1947, o pretinho básico se transformou com Christian Dior. O estilista francês inovou a ideia de Chanel, criando um vestido preto com golas e luvas brancas, usado com um colar de pérolas, sapatos coloridos e uma estola de pele. O estilo se tornou o uniforme dos anos 50. Acabou assim, junto com a guerra, o modo simples e econômico de se vestir.

Entretanto, foi nos anos 60 e início dos 70, que o pretinho entrou de vez para a história da moda. Chique, usado por Jacqueline Kennedy, elegante e feminino no corpo de Audrey Hepburn, no filme Bonequinha de Luxo, de 1961. O modelo criado pelo estilista francês Hubert Givenchy para o filme, foi eternizado e até hoje é copiado.

Na década 80, ele foi considerado o salva-vidas fashion, após a moda psicodélica dos anos 70. Simples e elegante, a peça seria, mais uma vez, a roupa ideal para as mulheres que buscavam um espaço no mercado de trabalho – sem abrir mão da feminilidade.

A partir dos 90 anos, o desenvolvimento de novos tecidos deixou o vestido preto ainda mais versátil. Do modelo mais simples ao mais sofisticado, é prefeito para ser usado em todas as ocasiões e em todos os horários. Por tudo isso, o pretinho básico é o grande clássico da moda mundial.

Por Cristiane Serra