Posts Tagged ‘Chapéu’

Acessórios e suas combinações

novembro 23, 2009

 

 Os acessórios tem o poder de dar um acabamento a imagem. É um arremate, o toque final à roupa, a sua assinatura de estilo. Algumas dicas podem ajudar na hora de combinar seu look com acessório certo.

Jeans: É um estilo mais casual e combina com todos os tipos de bijuterias, com exceção dos colares de pérolas, mas com contas peroladas misturadas a demais materias vai dar um estilo “sport-chique”, vai ficar bem moderno.

Blazer e calça social: Combina com colares delicados em pérola ou bijuterias mais sociais, mais finas. Correntes, canudos e flores vão combinar bem com o traje e com a primavera.

Roupa de festas: Use bijuterias discretas, pois a roupa certamente já chamará atenção por si só. Uma pulseira ou colar de perolas realça o look sem desviar a atenção da roupa.

T-Shirt: Pode-se usar bijuterias ultra coloridas, ou em tons de preto, desde que tenha detalhes em metal para deixar o visual mais vivo. Para compor um look mais sofisticado, invista em um chapéu em tons claros.

Roupas estampadas: Escolha uma bijuteria sóbria e combinando com uma das cores da roupa.

Decotes: Cautela na profundidade do decote. Decotes exagerados não combinam com bijuterias chamativas. Bacana fica usar um decote mais “comportado” e uma bijuteira que caia logo abaixo dele, ou então que fique um pouco acima. A idéia é valorizar o busto.

Cabelos Curtos: Use brincos pequenos, mas determinados “brincões”, ficam ultra-modernos se acompanhados de atitude e com roupas mais fashion.

Cabelos Compridos: Use brincos grandes, evite os brincos pequenos que desaparecerão em sua orelha. Óculos de sol ficam bem em qualquer comprimento.

Tons Degradê: Combine a roupa com os tons da bijuteria, colar mais escuro ou vice-versa.

Por Rosanna Ramos
Fonte: Domínio da Moda

Chapéus femininos

novembro 23, 2009

Os chapéus femininos evoluíram de forma diferente dos masculinos.

Na Idade Média (476-1453), as imposições religiosas obrigavam as mulheres a cobrir completamente os cabelos. O abrigo mais simples era constituído por uma peça de linho, caída sobre os ombros ou abaixo deles. Os véus de noiva e as mantilhas das espanholas são sobrevivência da moda desse tempo. No século XIII, costumava-se prender a este véu, duas faixas: uma sobre o queixo e outra sobre a testa, de modo semelhante ao hábito que as freiras ainda conservam.

História do chapéu

Chapéus masculinos

No final da Idade Média, era hábito das mulheres colocar uma armação de arame com formatos de coração, borboleta, etc sob a peça de tecido tornando-os extravagantes. Os cabelos eram penteados para trás, escondidos, e, se cresciam na testa, eram raspados para que o chapéu fosse a atração principal. Em 1500 começa-se a usar os capuzes enfeitados com jóias e bordados.

Muitos outros tipos surgiram até o final do século XVIII, quando apareceram as primeiras Chapelarias (lojas onde se comercializam chapéus), que utilizavam em seus chapéus materiais como a palha, o feltro, tecidos, enfeites variados e elaborados de forma a combinar com os penteados altamente sofisticados da época.

Após a Revolução Francesa (1800), surgiram os gorros com abas largas, dotados de uma fita ou faixa que dava um nó abaixo do queixo. Confeccionados com materiais diversos (peles, cetim, veludo, feltro para o inverno e palha e tecidos finos para o verão) eram enfeitados com plumas e outros tipos de adornos.

Em 1860, esses gorros foram substituídos por chapéus de tecido e/ou outros materiais que eram presos à cabeça com alfinetes ou grampos, vindo esse tipo a se tornar muito popular na época.

No início do século XX os volumosos penteados da época originaram chapéus de grandes dimensões, que cobriam os penteados.

Por Kelly Betina Veronez
Fonte: Wikipedia

Chapéus masculinos

novembro 23, 2009

Depois da Renascença (século XIV-XVI), os chapéus masculinos adquiriram diversos formatos, sendo ricamente enfeitados, e usados pelos homens poderosos. Data desta época o aparecimento das boinas, na Itália, constituídas de uma peça circular de tecido franzido nas laterais, contendo uma faixa por onde passava um cordão ajustável. Alguns chapéus masculinos ainda guardam certa influência, sendo dotados de pequenos laços em seu interior destinados a ajustar seu tamanho. Outros tipos vieram a seguir, sendo um dos mais marcantes o chapéu de abas largas, enfeitado por peles, ou plumas de avestruz trazidos da América.

História do chapéu

Chapéus femininos

O uso dos cabelos compridos em cachos (moda posta em vigor no reinado de Luiz XIV, na França, que usava longos cabelos cacheados, e imitdado por seus cortesãos que começaram a usar também perucas de cabelos naturais), fez com que se começasse a dobrar as abas dos chapéus, primeiramente de um lado, depois dos dois, aparecendo um seguida, o tipo “Tricórnio” – com duas dobras laterais e uma dobra na parte traseira – este hábito durou mais de um século.

Durante a Revolução Francesa (1789-1799), quando as vestimentas foram influenciadas de modo a torná-las mais simples, surgiram os chapéus de copa alta de formato côncavo, que se desenvolveram até darem origem às Cartolas.

Em 1900, o Chapéu Côco feito de feltro de lã e/ou pêlo era o mais popular, aparecendo alguns anos depois os chapéus de palha, os do tipo marinheiro, etc., sendo que a grande maioria dos modelos se originou no Reino Unido.

Por Kelly Betina Veronez
Fonte: Rio Branco Chapéus

Historia do Chapéu

novembro 23, 2009

A palavra CHAPÉU provém do latim antigo “cappa”, “capucho” que significa peça usada para cobrir a cabeça.

As primeiras modalidades de proteção para cabeça surgiram por volta do ano 4.000 a.C. no antigo Egito, na Babilônia e na Grécia quando o uso de faixas na cabeça tinha a finalidade de prender e proteger o cabelo. A faixa estreita colocada em torno da copa dos chapéus da atualidade (a fita ou bandana) é um remanescente desse primeiro tipo de proteção para a cabeça.

Qual o tamanho certo?

Chapéus femininos

Chapéus masculinos

Mais tarde originaram-se os turbantes, as tiaras e as coroas, usadas por nobres, sacerdotes e guerreiros como símbolo de status social. Como sinal de distinção social ou profissional permanecem até hoje os chapéus específicos destinados a pessoas que ocupam determinadas atividades (soldados, marinheiros, eclesiásticos, etc.).

O primeiro chapéu efetivamente usado foi o “PÉTASO” por volta do ano 2.000 a.C.. Tratava-se de um chapéu dotado de copa baixa e abas largas que os gregos faziam uso em suas viagens como uma forma de proteção. Era um tipo prático, ajustável, podendo ser retirado com facilidade, tendo perdurado na Europa por toda a Idade Média (de 476 a 1453).

Na Antiga Roma (por volta do ano 1.000 a.C.), os escravos eram proibidos de usar chapéus. Quando eram libertados passavam a adotar uma espécie de chapéu semelhante ao barrete (boné em forma de cone, com a ponta caída para um lado), em sinal de liberdade. Este tipo foi revivido durante a Revolução Francesa (final do século XVIII), chamado de “bonnet rouge” e se tornou um símbolo do partido republicano durante a República. Outro tipo bastante parecido com o barrete foi o capuz, unido ou não a um manto, amplamente usado na Idade Média.

Modelos modernos

Nas primeiras décadas do século XX, os chapéus masculinos em suas formas e estilos, alteraram-se pouco em oposição aos chapéus femininos, que conheceram diversos tipos, com freqüentes variações, até mesmo segundo as estações do ano.

Depois da década de 30 e até hoje, os chapéus passaram a ser encarados como um acessório de vestimenta e proteção.

Nos países tropicais, o uso dos chapéus tem função protetora contra o sol e contra as intempéries. Nos países e climas frios, o chapéu tem uso mais freqüente sobretudo como proteção do vento e temperaturas baixas.

O chapéu é também um acessório importante de vestimenta para caracterizar personalidade de uma determinada pessoa através de suas diferentes formas, materiais e cores.

Por Kelly Betina Veronez
Fonte: Wikipedia